Ao entrar no espaço aéreo chinês, ele estará com 90 discos voadores e já terá ordenado que 45 de seus 90 discos voadores impeçam que Al Gore (que auxilia a Lúcifer) domine o Tibete. Enquanto ele (Jiang Zemim) com outros 45 discos voadores partam em defecção a nave Monte 3 para dar proteção aos 88 discos voadores de Nossa Senhora de Fátima (Maria III), que objetivava descer a Terra.

Excerto da A máquina

Oh god I think I’m dying,
And our drinks were just poured,
Look outside someone’s waiting,
With a yellow horse

With a hole in my heart I was s’posed to ride,
In morning traffic
With a golden hand by your fortress side,
But without magic
Somebody, somebody, somebody tell me,
It wont be long
Cause a horse is not a home,
A horse is not a home

Uninvited to the play where language doesn’t hurt,
With nothing on my shirt
Sometimes I swim with you in a room that is ocean sized and clear
Not here where all I breath is smoke

With a hole in my heart I was s’posed to ride,
In morning traffic
With a golden hand by your fortress side,
But without magic
Somebody, somebody, somebody tell me,
It wont be long
Cause a horse is not a home,
A horse is not a home

With a hole in my heart I was s’posed to ride,
In morning traffic
With a golden hand by your fortress side,
But without magic
Somebody, somebody, somebody tell me,
It wont be long
Cause a horse is not a home,
A horse is not a home

Somebody, somebody, somebody tell me,
It wont be long
Cause a horse is not a home
A horse is not a home

Letra e música dos
Miike Snow

O Verão tem sido chocho e sem muitas sessões de lagartada no solário ou na minha praia, como noutros anos. Porém, e parafraseando a minha cunhada, é um Verão muito agradável. Primeiro porque a minha princesa já anda e corre e faz as delícias do seu pai babado e depois porque tudo vai bem no novo reino dos portões automáticos.

Dir-se-ia que o único senão é que o tempo se esvoaça muito depressa, entre notícias apocalípticas de gripe, desastres económicos, pandemias de incompetência politica e desemprego. Fora da média, no nosso cantinho entre rotinas de trabalhadores por conta doutrem eu e a rainha lá vamos construindo uma vida juntos, numa família que cresce com amor. É um querido mês de Agosto. É muito agradável.

-250 OPO Saturno – Sol
Aspecto negativo: Sente-se enfraquecido, em baixo de forma, não se sente bem e é incapaz de agir ou de cumprir qualquer tarefa. Sente-se deprimido de se ver neste estado. Tudo vai mal, sente-se contrariado com tudo.
Terá que vencer obstáculos que, durante este trânsito, podem parecer-lhe intransponíveis. Está com pouca sorte e deixará passar boas ocasiões, estará só para enfrentar todos os seus problemas sem ter alguém com quem contar.
Terá dificuldades para enfrentar as suas responsabilidades profissionais.
Não é uma boa altura para pedir aumento ao seu patrão. É melhor não se fazer notar durante este período. Tente passar despercebido. É a altura ideal para ir de férias para o campo.

Este caso de longevidade bloguista resista mais uma efeméride – apesar eu de não gostar destes termos asininos, como blogosfera e outros que tais. Sem falsas modéstias é raro manter um blog por tantos anos, e ainda menos mantendo-o mais ou menos actualizado.

Contudo a velhice do Diário de um meliante não será propriamente apanágio de perseverança ou gosto por manter um diário online para partilhar opiniões e vivências aos amigos, e pode ser também considerado como casmurrice ou até pura egolatria. Parece-me que provavelmente as razões que me fazem ter o psicótico serão todas essas e mais algumas.

Pareceu-me que uma mudança de aspecto deste diário se justifica ao cumprir o oitavo aniversário. Por isso adaptei uma nova aparência, desta vez perdendo o cinza que tem evoluído ao longo destes anos . As roupagens e as cores também exalam a nossa mensagem: o cinza há muito que nada diz. Agora há luz clara.

Parabéns!

Que interesses económicos se movem por detrás da gripe porcina???

No mundo, a cada ano morrem milhões de pessoas vitimas da Malária que se podia prevenir com um simples mosquiteiro.

Os noticiários, disto nada falam!

No mundo, por ano morrem 2 milhões de crianças com diarreia que se poderia evitar com um simples soro que custa 25 centimos.

Os noticiários disto nada falam!

Sarampo, pneumonia e enfermidades curáveis com vacinas baratas, provocam a morte de 10 milhões de pessoas a cada ano.

Os noticiários disto nada falam!

Mas há cerca de 10 anos, quando apareceu a famosa gripe das aves…

…os noticiários mundiais inundaram-se de notícias…

Uma epidemia, a mais perigosa de todas…Uma Pandemia!

Só se falava da terrífica enfermidade das aves.

Não obstante, a gripe das aves apenas causou a morte de 250 pessoas, em 10 anos…25 mortos por ano.

A gripe comum, mata por ano meio milhão de pessoas no mundo. Meio
milhão contra 25.

Um momento, um momento. Então, porque se armou tanto escândalo com a gripe das aves?

Porque atrás desses frangos havia um “galo”, um galo de crista grande.

A farmacêutica transnacional Roche com o seu famoso Tamiflú vendeu milhões de doses aos países asiáticos.

Ainda que o Tamiflú seja de duvidosa eficácia, o governo britânico comprou 14 milhões de doses para prevenir a sua população.

Com a gripe das aves, a Roche e a Relenza, as duas maiores empresas
farmacêuticas que vendem os antivirais, obtiveram milhões de dólares de lucro.

-Antes com os frangos e agora com os porcos.
-Sim, agora começou a psicose da gripe porcina. E todos os noticiários
do mundo só falam disso…
-Já não se fala da crise económica nem dos torturados em Guantánamo…
-Só a gripe porcina, a gripe dos porcos…
-E eu pergunto-me: se atrás dos frangos havia um “galo”… ¿ atrás
dos porcos… não haverá um “grande porco”?

A empresa norte-americana Gilead Sciences tem a patente do Tamiflú. O principal accionista desta empresa é nada menos que um personagem
sinistro, Donald Rumsfeld, secretario da defesa de George Bush, artífice da guerra contra Iraque…

Os accionistas das farmacêuticas Roche e Relenza estão esfregando as
mãos, estão felizes pelas suas vendas novamente milionárias com o duvidoso Tamiflú.

A verdadeira pandemia é de lucro, os enormes lucros destes mercenários da saúde.

Não nego as necessárias medidas de precaução que estão a ser tomadas pelos países.

Mas se a gripe porcina é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de comunicação.

Se a Organização Mundial de Saúde se preocupa tanto com esta enfermidade, porque não a declara como um problema de saúde pública
mundial e autoriza o fabrico de medicamentos genéricos para combatê-la?

Prescindir das patentes da Roche e Relenza e distribuir medicamentos
genéricos gratuitos a todos os países, especialmente os pobres. Essa
seria a melhor solução.

Nestes tempos tenho andado a devorar livros. Reencontrei o prazer de ler, e ler com ânsia, como na minha adolescência.  Alguns livros excelentes, outros nem por isso, mas a minha fome parece insaciável. O problema é que os livros são caros e tenho que atacar livros de segunda escolha e estavam esquecidos na estante.

Não obstante estar a ler livros de segunda escolha, tenho me deliciado com algumas agradáveis surpresas literárias. Agora preciso de algo pesado e arrebatador. Talvez um Henry Miller ou  Chuck Palahniuk. Para a cabeça. 

O regresso de férias é sempre um processo traumático que no meu âmago tem sempre o mesmo impacto aterrador. Talvez eu mereça o epíteto de preguiçoso ou mandrião, mas há uma boa meia dúzia de anos que voltar ao trabalho não é motivo de alegria. 

O síndroma pós férias, actua logo nos primeiros 5 minutos da chegada ao local do trabalho, onde uma dose de realidade e rotina nos atingem em pleno recordando-nos de que ganhar o pão não é fácil.  Desta vez não foi diferente. Doeu.

Faz um par de meses que estive na cidade eterna. Confesso que como amante de História visitar Roma, mesmo que de rompante, mexeu com os meus alicerces de conceitos e percepção do que é a Humanidade, a Moral e a Ética. A cada esquina à a sensação de total esmagamento face a monumentos tão sumptuosos e que se perdem na raiz dos tempos.

A expressão umbigo do mundo tem de facto alguma razão de ser, pois ao fim ao cabo, toda a civilização ocidental está baseada nos princípios culturais judaico-cristãos que estão ali explicados, pedra após pedra. A forma como os romanos deixaram as suas marcas e como acolherem uma religião escolhida e polida por um dos seus imperadores diz tudo do que foi o poder, que ainda emana apesar da decadência prestada pelos séculos. A caducidade do Vaticano, permanece apoteótica e ostensiva em cada esquina. Cada igreja pavoneia incríveis obras-primas de dois mil anos até ao século XIX com a mais perfeita desfaçatez.

Senti-me como oprimido com todos os recantos da Roma antiga grafitados por nomes de papas e cardeais que tentaram imortalizar os seus nomes em todos os monumentos à imagem do que os imperadores romanos faziam. As custas de fortunas recolhidas pelos crentes ao longo de séculos, sustentando uma opulência desmesurada dos chefes de uma igreja. Curiosos que existem passagens nas escrituras onde taxativamente não são bem-vindas riquezas e ostentação. Mas o gajo dos sapatos vermelhos e que sabe e manda. Isso abalou-me. Fez-me sentir roubado e expropriado de uma fé, algo franciscana, algo que em Roma não se pode nem deve procurar. Apenas se pode ficar triturado perante o peso e beleza dos palácios, dos obeliscos e das colunas. E gostei. Explicou-me muito do passado.